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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Primeiras impressões: Chevrolet Cobalt 1.8 automático

Por uma equação pouco precisa, que leva em conta o peso do tambor de GNV e o gasto maior deste combustível por ter poder calorífico menor do que o da gasolina, taxistas não costumam se interessar pelo câmbio automático. Mesmo com a fama de um item “gastão”, a GM aposta na tecnologia e lança o Chevrolet Cobalt com um novo powertrain que inclui as opções de câmbio automático de seis velocidades ou manual sob o comando do motor 1.8 Econo.Flex.
Cobalt LTZ 1.8  automático estreia por R$ 49.990 (Foto: Divulgação)Cobalt LTZ 1.8 automático estreia por R$ 49.990 (Foto: Divulgação)
 
A proposta da General Motors é entregar mais torque ao carro, que peca um pouco em desempenho na versão 1.4 pelo seu peso, harmonizando com o conforto do câmbio automático. E a montadora sabe que a opção mais vai agradar a famílias do que ao seu principal público, os taxistas. A versão de entrada do 1.8, a LT, custa R$ 43.690, com câmbio manual, e R$ 46.690, automática. A LTZ sai por R$ 46.990 (manual) e R$ 49.990 (automática).
“Queremos incrementar em 1.500 unidades por mês as vendas do Cobalt, de 5.000 para 6.500 unidades mensais”, diz o diretor de marketing da Chevrolet, Gustavo Colossi. Segundo ele, no entanto, a montadora aposta em vendas bem equilibradas: 50% da versão 1.4 e 50% da versão 1.8.
Tabela de concorrentes Chevrolet Cobalt 1.8 automático (Foto: Editoria de Arte/G1)
 
Equipamentos de sérieVisualmente, as mudanças são bem discretas e difíceis de perceber, entre a versão 1.4 e a 1.8: as calotas do 1.8 LT têm desenho exclusivo e a versão LTZ traz rodas de liga-leve com acabamento diamantado. Além disso, spoiler traseiro e faróis dianteiros possuem acabamento em dark chrome (as máscaras são levemente escurecidas) e as lanternas traseiras deixam os refletores cromados à mostra.
A versão LT vem com ar-condicionado, direção hidráulica, desembaçador traseiro e travas elétricas. Além disso, conta com airbag duplo frontal, grade dianteira cromada, coluna de direção com regulagem de altura, freios ABS com EBD, vidros elétricos nas portas dianteiras, alarme anti-furto, computador de bordo e luz de leitura para os passageiros do banco de trás.
Chevrolet Cobalt 1.8 LTZ tem acabamento superior ao do LT, mas nada que surpreenda (Foto: Divulgação)Chevrolet Cobalt 1.8 LTZ tem acabamento superior ao do LT (Foto: Divulgação)
 
Na LTZ, além dos itens oferecidos na LT, o Cobalt traz farol de neblina dianteiro, maçanetas internas e comandos do ar-condicionado cromados, volante com revestimento em couro e controles de rádio e celular, barra cromada na traseira, rádio AM/FM com leitor para CD/MP3, Bluetooth e entrada USB, espelhos retrovisores com regulagem elétrica, acionamento elétrico para todos os vidros e sensor de estacionamento.
Torque maior, potência quase a mesmaO G1 avaliou o Chevrolet Cobalt, nas versões LT e LTZ, em um teste rápido no campo de provas da General Motors, em Indaiatuba (SP). O primeiro aspecto notado foi a pouco diferença entre o motor 1.4 e o 1.8. Tudo bem que a GM queira reforçar o torque do carro com o novo motor — 90% da força está disponível a 2.500 rpm (vai até 3.200 rpm). Isso o deixa mais ligeiro para ultrapassagens e retomadas, o que ajuda muito na cidade, por causa do trânsito. O torque é de 17,1 kgf.m com etanol e 16,4 kgf.m com gasolina, nas 3.200 rpm.
Porém, o motor 1.8 desenvolve 108 cavalos com etanol e 106 cavalos com gasolina a 5.400 rpm. O que pode ser considerado bem pouco para o porte tanto do propulsor quanto do carro, que pesa 1.149 kg em ordem de marcha. Para comparar, o motor 1.4 tem 102 cv de potência, embora sejam apenas 13 kgfm de torque a 3.200 rpm.
Câmbio automático do Cobalt é de seis marchas (Foto: Divulgação) 
Câmbio automático do Cobalt é de seis marchas (Foto: Divulgação)
 
Câmbio do Cruze é diferencial do Cobalt
Por isso, o grande diferencial da opção mais cara do Cobalt está na transmissão automática GF6, de seis marchas — a mesma que equipa Cruze e Spin e com opção de trocas manuais. Ela não é exatamente a oitava maravilha do mundo das transmissões automáticas, mas cumpre bem o papel de descansar o pé esquerdo sem sobrecarregar o pescoço com trancos.
A demora na resposta é nitidamente sentida quando se pisa bem fundo no acelerador para fazer uma ultrapassagem, mas isso acontece mais em situações que exigem velocidades mais altas do carro. No velho anda, para, anda, para, anda, para da cidade, não vai fazer a menor diferença.
E ela complementa o conforto da excelente estabilidade do carro, que não titubeia em curvas, e da boa suspensão. Soma-se a isso, o conceito mesmo do projeto do Cobalt, de se tratar de um carro mais mole. Para quem vive no trânsito é um carro que não cansa.
Chevrolet Cobalt LT com câmbio automático tem preço de estreia de R$ 46.690 (Foto: Divulgação)Chevrolet Cobalt LT com câmbio automático tem preço de estreia de R$ 46.690 (Foto: Divulgação)
 
Conclusão
Pais e mães de família que valorizam a transmissão automática ou mesmo taxistas que abandonam o preconceito do consumo e se entregam ao descanso de uma das pernas vão encontrar no Cobalt 1.8 automático a melhor opção de custo-benefício da linha. Se for considerar os modelos concorrentes, o famoso porta-malas de 563 l do modelo da Chevrolet vai pesar muito nesta conta.
Por outro lado, para aqueles que o câmbio manual é fundamental — o velho gosto por trocar as marchas e “sentir” o carro —, o motor 1.4 não deixará a desejar em relação ao 1.8. O câmbio manual de cinco marchas da GM é um dos itens que realmente surpreendem o motorista pela qualidade. Ele tem encaixes suaves e precisos, e uma alavanca na medida certa para facilitar as trocas.
Além disso, o acabamento é o mesmo, sendo qualquer versão LTZ só um pouco melhor nos materiais utilizados. Aliás, esta categoria em si peca por acabamento, vide Logan, Grand Siena, Voyage etc.
Cobalt LT 1.8 tem poucas mudanças estéticas (Foto: Divulgação)Cobalt LT 1.8 tem poucas mudanças estéticas (Foto: Divulgação)
 

Com 30 anos de história, VW Voyage vira carro de coleção

O Volkswagen Voyage acaba de passar por sua primeira mudança significativa desde que chegou à segunda geração, em 2008. Trata-se da renovação de meia-idade, antes que uma nova transformação técnica e visual o lance a uma nova etapa. À sua linha do tempo, que começa com o lançamento, em 1981, tem a primeira reestilização acompanhada de novos motores em 1987, novo retoque visual em 1991, aposentadoria em 1996, ressuscitação em 2008 e mais de um milhão de unidades vendidas, já se pode incluir a placa preta – o maior troféu para um carro de coleção.

Com 99,5% de originalidade e 96,5% de conservação, Voyage LS 1981 conquista placa preta (Foto: Camilo Fontana/G1) 
Com 99,5% de originalidade, Voyage LS 1981 conquista placa preta (Foto: Camilo Fontana/G1)
 
O fotógrafo e comerciante Camilo Fontana, de Curitiba, conseguiu o reconhecimento para o modelo LS 1981 na cor Verde-Álamo. Ele diz que gosta mesmo é de carros simples, e não tanto de superesportivos e carros de luxo. “O Voyage fez parte da vida de muitas famílias, levou muita gente para passear. Todos conhecem Cadillacs por causa de filmes, músicas e fotos, mas um carro simples assim as pessoas viram nas ruas, fazendo parte da vida mesmo, não dos sonhos”, explica o colecionador.

Quanto ao estado de conservação, sedã atingiu 96,5% (Foto: Camilo Fontana/G1)Quanto ao estado de conservação, sedã atingiu 96,5% (Foto: Camilo Fontana/G1)
 
Prova do gosto de Fontana por carros mais acessíveis é a sua frota de antigos, composta por outros representantes da indústria nacional: Ford Corcel II e os Volkswagen, Parati e Saveiro – os dois últimos da família Gol, mostrando que o colecionador tem mesmo uma paixão pela linha. Até na hora de escolher um importado Fontana preferiu um exemplar simples, como o russo Lada Laika. Apenas o Voyage, no entanto, em placa preta – à Parati, conta Fontana, só falta idade.

1º Encontro
Chegar ao Voyage não demorou muito. Dono de uma Parati restaurada com as próprias mãos, Fontana queria aumentar sua família de carros da linha Gol, que tem linhas “simples e marcantes”, na sua opinião. O desejo pela primeira geração desses modelos era tanto que Fontana ia fotografando os diversos exemplares que encontrava pela rua, até que em um dia de março de 2010, pelo retrovisor do seu carro, encontrou o modelo das fotos.

Versão LS era a intermediária da época  (Foto: Camilo Fontana/G1)Versão LS era a intermediária da época (Foto: Camilo Fontana/G1)
 
“Comprei do 2º dono. O cara gostava do carro, quase chorou quando fui buscá-lo. Como ele mora perto de casa, às vezes passo lá para dar um oi”, se solidariza Fontana.
99,5% de originalidade
Com o carro em mãos, o colecionador se apressou em tirar a tão desejada placa preta. Engana-se, no entanto, que foi preciso restaurá-lo para conquistar a certificação. “O carro não foi restaurado. Nada. Nem interior, mecânica, lataria, bancos...só recebeu um polimento e uma boa limpeza”, explica.
Atualmente, o Voyage está com 76 mil km rodados e tem muitas peças de desgaste natural originais ainda , segundo o proprietário. Juntas de tampa cabeçote, cabos de vela, distribuidor, vidros, rodas e até um estepe sem uso. Assim, não foi difícil conquistar a placa preta: dos 80% de originalidade mínimos para ganhar a nova identificação, o Voyage de Camilo obteve 99,5%. O meio ponto porcentual? “Ele tem apenas uma bateria selada, enquanto na época eram baterias com manutenção. Isso me tirou o 0,5% que falta para os 100% de originalidade”, se orgulha Fontana. Em relação à conservação, o sedã atingiu 96,5%.

Modelo mantém estado impecável também no interior  (Foto: Camilo Fontana/G1)Modelo mantém estado impecável também no interior (Foto: Camilo Fontana/G1)
 
Coroação de um projeto pessoal, o Voyage de Fontana já conquistou seu primeiro prêmio dentro do antigomobilismo. No último dia 22, durante o encontro de carros antigos de Antonina (PR), o sedã foi eleito o melhor automóvel dos anos 80.

Aprecie com moderação
O uso do Voyage, no entanto, é restrito. Fontana prefere não correr riscos com possíveis acidentes ou furtos, que segundo ele têm aumentado em Curitiba. “Seria falta de respeito com o carro arriscar tanto assim’, filosofa o dono do sedã. Mas, quando coloca o carro para rodar – aos finais de semana ou para participar de encontros de carros antigos –, vê sua dedicação recompensada: “São impressionantes o torque e o silêncio do carro. É mais fácil escutar o rolamento dos pneus do que o motor funcionando a 80 km/h. Gosto também da leveza da direção e os engates do câmbio”.

Linhas retas prevaleciam nos anos 80 (Foto: Camilo Fontana/G1)Linhas retas prevaleciam nos anos 80 (Foto: Camilo Fontana/G1)
 
Apesar das viagens e novas amizades conquistadas ao lado do Voyage, Fontana não descarta a possibilidade de vendê-lo, “dependendo da proposta”. E aos interessados em ingressar na aventura do antigomobilismo, ele deixa um recado: “Para ser colecionador não precisa nem ter carro. Ter o espírito de colecionar, preservar e historiar, pesquisando e divulgando informações sobre os modelos, já ajuda na preservação dos carros”.

O Voyage LS 1981 de Fontana ainda com a placa amarela (Foto: Camilo Fontana/G1) 
O Voyage LS 1981 de Fontana ainda com a placa amarela (Foto: Camilo Fontana/G1)
O Voyage de Camilo é considerado o primeiro a conquistar placa preta. Mas não há como ter certeza: a falta de um órgão centralizador que reúna todos os certificados impede que se tenha registro de todos os veículos com placa preta no país. Segundo a Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), há o pedido de um C.O. para um Voyage LS 1982, do Rio de Janeiro.

Novo Golf R é flagrado na Europa


Modelo usa para-choques com maiores tomadas de ar

Após a sétima geração do Golf ter sido lançada, e termos flagrado a vertente esportiva dos modelo totalmente camuflada, surgem as primeiras imagens do Golf R sem os disfarces. Conforme é possível observar nas imagens, as únicas diferenças visuais da vertente esportiva à configuração comum estão nas rodas maiores e no para choques dianteiro, cujo desenho cria maiores tomadas de ar para resfriar o motor e (possivelmente) o sistema de freios dianteiros.


Na traseira do Golf R é possível observar também um sistema de escape com duas ponteiras duplas — aparentemente, o sistema não é definitivo. É possível esperar que o modelo permaneça utilizando o motor 2.0 TSI empregado na geração 6, porém, com novos ajustes para reduzir as emissões de poluentes e aumentar o rendimento.


Chevrolet confirma a chegada do Onix ao Brasil


Modelo estará presente no Salão do Automóvel
Por Natali Chiconi | 06/09/2012
Nesta quinta-feira, a Chevrolet anunciou a chegada do Onix, hatchback que será produzido no recém-ampliado complexo industrial de Gravataí, no Rio Grande do Sul, que também fabrica o Celta e o Prisma.

Derivado do nome de seu projeto, o Onix será oficialmente apresentado ao público no Salão do Automóvel, que acontece no mês de outubro, em São Paulo.

Um dos destaques do Onix fica por conta de suas inovações tecnológicas. Por ora, a Chevrolet anunciou o MyLink, uma plataforma tecnológica de conectividade, e a caixa de transmissão automática de seis velocidades, itens até então inéditos para o segmento.

A concepção do sistema MyLink, que conta com uma tela LCD touch screen, foi baseada na necessidade de o usuário trazer suas músicas, fotos, vídeos e aplicativos do celular para dentro do veículo, além de fazer ligações telefônicas via Bluetooth.

"O MyLink é a plataforma tecnológica da Chevrolet que conversa com os aplicativos de smartphones, proporcionando uma conectividade para os usuários jamais vista em veículos deste segmento", afirma Santiago Chamorro, diretor geral de Marketing, Vendas e Pós-vendas da General Motors do Brasil.

O sistema ainda permite que o usuário configure algumas funções do veículo de acordo com as suas preferências.

Equipado com câmbio automático de seis velocidades - o mesmo presente no Cruze, Sport6 e Sonic, o Onix estará disponível com duas transmissões: manual de cinco marchas e, futuramente, uma automática de seis.

Além de oferecer o modo automático com seis marchas, ela permite também trocas no modo sequencial e conta com o sistema adaptativo de trocas de marcha, que adequa as trocas de marcha ao estilo de condução do motorista.

Para quem deseja ficar informado sobre as novidades do Onix, a Chevrolet informou que disponibilizará novos teasers do modelo em sua página no Facebook (www.facebook.com/chevroletbrasil).

Nissan mostra carro-conceito TeRRA

Veículo é movido a hidrogênio
A Nissan divulgou imagens e detalhes sobre o TeRRA, um SUV-conceito movido a hidrogênio que fará sua estreia ao público durante o Salão de Paris.

O grande apelo do veículo é a emissão zero de poluentes. Além da célula de hidrogênio, três motores elétricos fazem com que o TeRRA conte com tração 4x4. Na dianteira, a tecnologia utilizada é a mesma do Leaf, com um sistema propulsor para as duas rodas. Na traseira, cada roda conta com uma unidade elétrica.

Outro exemplo de tecnologia presente no TeRRA é o sistema utilizado para ligar e desligar o veículo. Para aciona-lo, o usuário conecta um tablet a uma dock station. Com o SUV em funcionamento, o tablet fornece informações diversas, como velocidade e autonomia. Ao sair do veículo, basta desconectar o aparelho.

Outros dados já conhecidos são aqueles relativos às dimensões do TeRRA. O modelo tem 4,16 metros de comprimento, 1,56 m de altura e 1,80 m de largura.

Por ora, o Nissan TeRRA existirá apenas como carro-conceito. A ideia, no entanto, é fazer uma versão de produção quando a tecnologia de carros movidos a hidrogênio estiver mais bem estabelecida.

A1 Sportback, de 4 portas, chega ao Brasil por R$ 94,9 mil

A Audi confirmou nesta terça-feira (11) os preços do Audi A1 Sportback, versão de 4 portas do subcompacto da marca alemã. A versão Attraction, com motor 1.4 turbo de 122 cv, chega por R$ 94.900, enquanto a Ambition, com o mesmo motor calibrado para 185 cv, sai por R$ 114.900. Segundo a marca, tratam-se de preços especiais de lançamento.
Laranja Samoa é cor inédita na gama A1 (Foto: Divulgação)Laranja Samoa é cor inédita na gama A1 (Foto: Divulgação)
Independente da calibração do motor, o câmbio que equipa o modelo é o S-Tronic, um automatizado de dupla embreagem e 7 marchas. Quanto às dimensões, o Sportback mantém os números de comprimento e largura (3,95 m e 2,47 m, respectivamente), mas ficou ligeiramente mais alto, saltando de 1.416 mm para 1.422 mm. O entreeixos de 2,47 m e o porta-malas de 270 litros também permanecem inalterados.
Interior mantém acabamento impecável (Foto: Divulgação)Interior mantém acabamento impecável (Foto: Divulgação)

Vazam imagens do Peugeot que competirá com o EcoSport - o Peugeot 2008


Antes de sua apresentação oficial no Salão de Paris, no dia 29 de setembro, o conceito 2008 da Peugeot teve suas primeiras imagens mostradas na internet. A novidade será rival direto do Ford Ecosport, que também será vendido no mercado europeu.

O modelo chegará ao Brasil no ano que vem para rivalizar com o Ford EcoSport e o Renault Duster e é uma evolução do Urban Crossover, protótipo mostrado no Salão de Pequim.

Desenvolvido em colaboração dos funcionários de Paris, Xangai e São Paulo, o modelo será vendido em diversos países. Com 4,14 m de comprimento e 1,74 m de altura, o 2008 contará com duas opções de motor (1.6 de 122 cv e 2.0 de 151 cv).